sábado, 13 de abril de 2013

Como superar um trauma

Publicado em 10/04/2013

Reportagem: Vicente Cardoso Jr. / Edição: MdeMulher



Presenciar uma tragédia, ser vítima de um acidente ou de violência são situações que despertam um turbilhão de emoções para o qual não estamos preparados. "O trauma é uma desorganização interna da pessoa. Ela sente que sofreu uma ameaça tão grande que é impossível não se colocar naquela situação constantemente", afirma a psicóloga Cláudia Maria Sodré. Ela atuou no apoio psicológico aos sobreviventes e familiares das vítimas da tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, na qual 240 pessoas morreram. "As atitudes costumam ser paradoxais: às vezes, a pessoa fica totalmente inerte; em outras, irrita-se com qualquer coisa. Criar pequenos conflitos é uma forma de manter longe as memórias ruins", explica a psicóloga.


Reações excessivas


"É normal reagir com choro, raiva e medo. Mas, se esse estado não regride, é provável que esteja se desenvolvendo uma doença psicológica", afirma o psicólogo Eduardo Guimarães, pesquisador do Rio Grande do Sul. Distanciamento social, alteração da consciência, reviver constantemente os fatos e hipervigilância são alguns dos sintomas de uma reação desmedida. Se ela ocorre só no primeiro mês, o diagnóstico é de transtorno do estresse agudo. Quando passa desse período, configura-se o transtorno do estresse pós-traumático. "Algumas pessoas têm uma reação intensa e em poucos dias se recuperam. Outras parecem encarar tudo tranquilamente, mas manifestam um quadro exagerado seis meses, um ano depois", explica Eduardo.


Violência urbana


Diferentemente de casos como o de Santa Maria, em que a necessidade de apoio psicológico é percebida de imediato, em situações vividas individualmente é mais comum negar o trauma. "Nos casos de violência urbana, a pessoa entende que precisa mesmo conviver com aquilo e pronto. Muitas vezes, só vai buscar ajuda quando as consequências do trauma, como insônia e medo de sair de casa, se tornam insuportáveis", explica a psicóloga Cláudia Maria Sodré.


Em psicologia, o conceito de resiliência indica a capacidade de superar adversidades e encontrar uma nova estabilidade, o que pode ser mais fácil para algumas pessoas - que até conseguem crescer a partir de uma situação traumática. O importante é saber que um choque emocional nunca deve ser uma condição permanente. "Mesmo quem reúne sintomas mais graves de estresse pode se livrar, se não de todos, pelo menos da maioria deles", afirma Eduardo Guimarães.


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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Os benefícios que o banho quente pode te proporcionar

 


Você vive correndo. Correndo e se dividindo. Pensa nos filhos quando está no trabalho. Lembra que precisa fazer supermercado quando está com os filhos. Planeja um jantar romântico quando está no supermercado. E nunca pára. E está sempre pensando. Mas, quando você entra no chuveiro, vai para um mundo particular e silencioso. Experimenta um momento só seu (muitas vezes o único do dia!). E é assim com quase todas nós.


Veja a seguir o que uma boa chuveirada pode fazer por você.


Esponja e sabonete na mão e, de repente, uma ideia brilhante na cabeça. Não estranhe, esse é um dos efeitos colaterais de uma boa chuveirada. Nela, você relaxa e há uma desaceleração da frequência cerebral, as ondas mentais ficam mais suaves, próximas ao conhecido estado alfa. ?Quando isso acontece, você sai de uma situação de alerta e abre para diferentes estados de consciência, promovendo novas percepções e muitas vezes soluções para problemas?, explica Julio Peres, psicólogo clínico e doutor em neurociências e comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). ?É um efeito semelhante ao da meditação com a vantagem de que, com ou sem tempo, as pessoas acabam tomando banho todos os dias. O mesmo não acontece com a meditação?, diz o neurocientista. Quando as coisas parecerem sem saída, entre no chuveiro sem culpa, é por uma boa causa. Mas, para ter efeito, não adianta ligá-lo e esperar cair uma idéia com as gotas de água. O segredo é relaxar, esquecer do seu dia e deixar os pensamentos fluírem ? só assim as novas conexões aparecem.


Você não precisa criar um ritual especial para desfrutar todos os benefícios do banho. ?Uma chuveirada por si só já tem função terapêutica. A água caindo massageia o seu corpo mesmo que você não perceba?, explica Roberto Nogueira, fisiologista em São Paulo. Mas, se você quiser aproveitar seus minutos dentro do boxe, pode alternar água quente e fria, numa combinação que se chama banho contrastado, como ensina o fisiologista. ?Comece com uma ducha quente. Vá aos poucos esfriando a água, e sinta essa mudança gradual com o próprio corpo, principalmente com as extremidades. Fique três minutos em cada temperatura. Esse procedimento acelera a circulação, porque faz os vasos se expandirem e contraírem e estimula o sistema linfático. Quando desliga o chuveiro, você se sente mais leve, purificada e revigorada?, garante. Aqui vale um lembrete: reserve esse método para dias especiais a fim de não gastar muita água.


Quem nunca foi para o banheiro preocupada e saiu com um humor completamente diferente? ?Um banho quentinho remete à proteção do útero materno ? o momento em que nos sentíamos protegidas e acolhidas. É como se voltasse na sua mente a lembrança de um momento de paz?, explica Suzy Camacho, psicóloga de São Paulo. ?Além disso, essa sensação gostosa gera no cérebro a liberação de uma série de substâncias que acalmam.? Para esse momento ser ainda mais relaxante, experimente pingar três gotas de óleo essencial de lavanda no chão do boxe, antes de ligar o chuveiro. ?Quando a água começar a cair, vai fazer uma espécie de infusão, você inala o perfume e começa a sentir os benefícios?, diz Samia Malouf, psicóloga e aromaterapeuta, de São Paulo. Se você estiver se sentindo estafada, pingue óleo essencial de alecrim. Caso esteja tristinha, prefira o de laranja, que dá alegria e bem-estar, de acordo com a aromaterapeuta.

Os comentários são pessoais e não refletem a opinião do MdeMulher.


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Brotas: o recanto aventureiro

 


Imagine que você está presa a um cabo de aço prestes a deslizar por uma cachoeira de 60 metros de altura. Ou que vai descer uma queda-d?água somente com uma corda amarrada na cintura... Em Brotas, uma das cidades do interior de São Paulo pioneiras em esportes de aventura, a adrenalina é constante. Mas o lugar não é reduto apenas da turma radical. Hoje, é fácil encontrar pais e filhos com as roupas sujas de lama depois de uma atividade nas cachoeiras e nos rios da região.


Diversões preferidas pelos turistas: curtir as corredeiras do Rio Jacaré- Pepira em cima de uma boia ou percorrer uma trilha até chegar a uma piscina natural. Para repor as energias, não faltam deliciosos bufês com comida sertaneja, além de muita rapadura, doce de leite e queijo curado, que compõem o cardápio típico da cidade.


Onde ficar


Pousada Villa do Conde
A estrutura simples e caseira é compensada por quartos arejados e uma ótima localicação: a pousada fica no rua dos restaurantes e bares mais famosos, e também próxima das agências de turismo. 14/ 3653-1133, villadoconde.com.br.


Pousada das Nascentes
A maioria das cachoeiras da cidade estão a até nove quilômetros da pousada. Para chegar até as quedas- d'água não é preciso contratar guia, mas é necesário pagar entrada. 14/ 3653-6133, pousadadasnascentes.com.br.


Pousada do Lago
Jovens e casais povoam a surpreendente área de lazer desta pousada, com quadra de tênis, sauna, boa hidro e piscina, em um gostoso solário com espreguiçadeiras. A maioria das acomodações tem ar-condicionado silencioso e cama-box, e algumas também exibem TV de LCD e DVD. 14/ 3653-5797, pousadadolago.com.


Onde comer


Brotas Bar
Av. Mário Pinotti, 267 (Centro), 14/3653-9930. Cc: A, D, E, M, V; Cd: M, R, V. 2ª/5ª 17h30/23h30, 6ª 17h30/1h, sáb 11h45/1h, dom 11h45/0h. Variada. Caiaques, capacetes e outros apetrechos ligados à prática de rafting decoram o casarão ? há até um bote adaptado como mesa. Pizzas, grelhados e copos de chope circulam pelo salão. A paleta de cordeiro que leva o nome da casa é servida com molho à base de pimenta verde, risoto de açafrão e couve frita.


A Favorita
Av. Rui Barbosa, 56-A (Centro), 14/3653-4807. Cc: M, V; Cd: M, R, V. 4ª/dom 19h/0h. Pizza. A simplicidade do ambiente destoa do esmero no preparo das pizzas. Os discos de massa, de espessura entre média e grossa, recebem coberturas tradicionais e outras mais criativas. A pizza domingueira leva linguiça de churrasco, cebola, Catupiry, parmesão e molho de tomate.


Vicino della Nonna
Av. Mário Pinotti, 455 (Centro), 14/3653-1052. Cc: A, D, M, V; Cd: M, R, V. 5ª/sáb 19h/0h, dom 12h/15h e 19h30/23h. Italiana. A avó do proprietário morava ao lado, daí o nome da casa. Fotos de família (e do filme O Poderoso Chefão) decoram as paredes do restaurante, com jardim e salão envidraçado. Da cozinha, o forte são as massas e os risotos, como o de funghi e gorgonzola. Destaque ainda para a boa mesa de antepastos.


O que fazer


Tavolaro (Compras)
Fornece laticínios para boa parte das pousadas e restaurantes de Brotas. Aqui você encontra queijos como o tradicional meia-cura cremoso, além de provolone, gorgonzola, ricota e manteiga. O local também funciona como restaurante, e um dos sanduíches mais pedidos é o de linguiça com queijo e rúcula. SP-225 p/ Jaú, km 144, 12 km, 14/ 3653-2166.


Casa da Cachaça (Compras)
A atração principal é a cachaça Rasteirinha, envelhecida em carvalho (há garrafas de 1996 a 2002) ? mas ela é apenas uma entre as dezenas de cachaças da casa e da região. Entre as comidinhas, doces caseiros de frutas, geleias, biscoitos e embutidos. Enquanto visita a casa, você pode experimentar alguns doces, o salame apimentado e o queijo cremoso, acompanhados por um café coado na hora. Pça. Benedito Calixto, 221 (Centro), 14/ 3653-2273.


Xique-Xique (Compras)
A charmosa portinha no meio do buxixo de Brotas esconde o lugar, que vende mimos de todo tipo. Peças de cerâmica bem coloridas, enfeites de parede e móbiles de papel marchê encantam, assim como as roupas, bolsas e acessórios feitos com patchwork. Av. Mário Pinotti, 429 (Centro), 14/ 3653-5335.


Cachoeiras


A cidade aproveita bem o potencial da região, privilegiada pela grande quantidade de cachoeiras. A maioria fica no bairro Patrimônio, a 23 km do Centro, com trechos de terra, mas acesso tranquilo para carros de passeio. As propriedades são particulares: é preciso pagar entrada, e muitos lugares têm banheiros, lanchonete e até restaurante e camping. O Recanto da Cachoreira, o Sitio Três Quedas e o parque Aventurah investiram em estruturas para receber crianças, idosos e portadores de necessidades especiais. E o público mais aventureiro encontra diversão de sobra na cachoeira do Saltão e nos raftings no Rio Jacaré-Pepira.


Cachoeira do Cassorova (60 m)
A exuberante queda de dois níveis fica em um vale cercado de mata densa. O acesso é tranquilo: apenas dez minutos de descida por escadaria íngreme. Agências operam canyoning aqui (leia em Turismo de Aventura). Da mesma fazenda parte uma trilha para a Cachoeira dos Quatis, mas a caminhada é mais longa do que a que começa no vizinho Sítio Sete Quedas. Antes da visita, ligue para confirmar se há alguém para guiar os passeios. Estr. p/ o Bairro do Patrimônio, 28 km (5 km de terra), 14/3653-5638. R$ 30.


Cachoeira do Saltão (75 m)
O cânion imponente e a queda d'água mais alta da região compõem um belo conjunto. Para chegar é preciso encarar uma trilha de dez minutos, com escadaria íngreme (150 degraus) e repleta de pedras escorregadias. A descida compensa, menos pelo pequeno poço para banho, mais pela vista a partir do agradável leito do rio. O mesmo ingresso permite conhecer também as quedas da Ferradura (47 m) e do Monjolinho (12 m), com acesso fácil e piscina natural convidativa, inclusive para crianças. Aos sábados e domingos, há também cascading e tirolesa, e o restaurante abre para  almoço (self-service). Rod. Ulisses Guimarães, km 23 (mun. de Itirapina), 42 km (1 km de terra), 19/3483-7314. R$ 10.


Cachoeira do Astor (26 m)
Com pouca altura, é uma das melhores da cidade para banho, formando poços refrescantes (há até uma ducha natural do lado esquerdo). O acesso é por trilha fácil de cinco minutos, com corrimão e cordas. Tito, o guia da fazenda, sempre acompanha os visitantes. Estr. p/ o Bairro do Patrimônio, 29 km (6 km de terra), 19/3481-1633. R$ 15.


Cachoeira do Martello (55 m)
O volume d'água forma boa ducha. Uma trilha de 20 minutos leva até o poço principal - com mais 15 minutos, você chega à Cachoeira Primavera (25 m), na mesma propriedade. O ingresso dá direito a nadar também na piscina da sede. Faz. Pinheirinho, 12 km (11 km de terra), 14/ 3653-1197. R$ 20.


Cachoeira dos Quatis (46 m)
A água corre em um vale fechado pela mata preservada - a bela paisagem compensa a ausência de um bom um poço para banho. Os dois acessos, pelo Sítio Sete Quedas (15 minutos) e pela sede da Cachoeira do Cassorova (20 minutos), são íngremes (vale checar as condições das trilhas antes de percorrê-las). Estr. p/ o Bairro do Patrimônio, 28 km (5 km de terra). R$ 20.


Sítio Sete Quedas
A principal atração do Sítio é a trilha de nível médio (1 km, ida e volta) que passa pelas cachoeiras dos Macacos (35 m), dos Coqueiros (18 m), Bela Vista (25 m) e outras quatro cascatas. Outro caminho leva à cachoeira dos Quatis (leia acima). Um circuito de arvorismo inclui cascading e duas tirolesas. Estr. p/ o Bairro do Patrimônio, 28 km (5 km de terra), 14/8118-1547. R$ 15.


Recanto das Cachoeiras
A boa estrutura, com lanchonete, piscina e vestiários, faz daqui um bom lugar para passar o dia em família. As cachoeiras de Santo Antônio (20 m) e da Roseira (55 m), emolduradas por rochas e com ótimos poços para banho, têm acesso por seguros deques de madeira (que facilitam a vida de pessoas com mobilidade reduzida). Há também Arvomix (leia em Arvorismo), cavalgada e a trilha da Pedra Branca (2h30), com banho em piscina natural do Rio Jacaré-Pepira. O restaurante abre apenas nos fins de semana e feriados e serve comida sertaneja. Estr. p/ o Bairro do Patrimônio, km 11 (Serra da Roseira), 16 km, 14/ 3653-4227. R$ 25.


Parque Aventurah


Como um grande clube, o parque atrai famílias, que gastam o dia entre tanta diversão. Há diversos tipos de passaportes. O VIP (R$ 50) dá passe livre para realizar oito atividades, como arvorismo, tirolesa, passeio de caiaque, arco e flecha e a curiosa acquaball (você entra numa grande bola transparente e tenta se equilibrar sobre a água). Três lagos (com toboágua e para pesca), trilha, rapel na Cachoeira Santa Eulália e campo de paintball também estão na lista de atrações - a novidade é o wakeboard puxado por cabos, ótimo para iniciantes. SP-225 p/ Jaú, km 143, 12 km, 14/ 3653-9146. R$ 15.


Rafting


É o programa clássico de Brotas. Os botes infláveis percorrem 9 km do Rio Jacaré-Pepira descendo corredeiras de níveis III e IV (em escala que vai até VI). A melhor época para a atividade (R$ 75 em média, com transporte e equipamentos) é o verão, quando chove mais e o volume de água do rio aumenta. Há variações do esporte: o KR (em caiaque menor e mais veloz, R$ 125) e o noturno (apenas em noites de lua cheia, R$ 95). O minirrafting (R$ 50), em trecho mais tranquilo do rio, pode ser praticado por crianças com mais de 1,2 m de altura na H2Omem /Terra de Aventura (3653-4700) e na Território Selvagem (3653-3248); ou acima de dois anos, na EcoAção (3653-9140), e de três, na Alaya (3653-5656).


Boia-Cross


Precursor dos esportes radicais na cidade - a aventura é descer o rio sentado numa boia. O percurso, que dura cerca de uma hora, ocorre em um trecho mais calmo do rio, com muito remanso e corredeiras de níveis I e II (R$ 45 em média). Veja agências em Rafting.


· Veja mais dicas de hotéis, restaurantes e atrações em viajeaqui.com.br


* Conteúdo MÁXIMA/ GUIA QUATRO RODAS

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Qual seu tipo de impulsividade?

 


Quem nunca agiu sem pensar (ao menos uma vez na vida) que atire a primeira pedra.


"A impulsividade é frequente e se caracteriza pela tendência para se agir explosivamente, sem refletir e sem considerar as consequências. Ela causa uma descarga de adrenalina que pode provocar sudorese, tremores e taquicardia, além de culpa e arrependimento logo após a atitude", diz a psicóloga Josiane Candido Porto de Melo. No entanto, é bom saber que é possível lidar com essa bomba-relógio que mora dentro de você.


"Se bem direcionada, a impulsividade pode até ser benéfica e funcionar como uma força que leva adiante, que impulsiona", afirma a especialista. Por isso, é importante saber lidar e controlar atitudes impulsivas. Quer ver como? Então, confira abaixo as nossas dicas.


PODE SER DOENÇA, VIU?!


A impulsividade pode estar associada a transtornos mais sérios, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), depressão, esquizofrenia e transtorno bipolar. Mas como saber se é o caso? Avaliando as consequências das suas atitudes. "A impulsividade pode ser sintoma de uma doença quando interfere no cotidiano e prejudica a vida da pessoa", ressalta Josiane. Se elas resultam em situações mais sérias, como separações, agressividade, infrações ou dívidas impagáveis, é hora de buscar ajuda médica.


QUAL É SEU TIPO DE IMPULSIVIDADE E COMO LIDAR COM ELA


Vê um bolo e Acaba com a dieta em segundos


Ninguém pode mandar a dieta ladeira abaixo por puro impulso. Mas dá, SIM, pra resistir ao se deparar com a apetitosa coxinha de padaria ou o bolo de brigadeiro. Como? Substitua o prazer de comer por algum outro, como ler, encontrar com o namorado, ouvir música, entrar na internet, sair com as amigas. Você precisa tirar o foco da comida! E, claro, saia de perto da tentação!


Perde a cabeça nas compras


Há uma técnica simples e eficaz para quem se descontrola ao entrar numa loja e compra o que não precisa. "Pergunte a si mesma: Estou precisando disso? Tenho como pagar pelo produto? Elas fazem você refletir antes da compra", ensina a psicóloga. E evite lugares propícios a gastos se estiver emocionalmente abalada.


Decide sem pensar e não se planeja


"Tô dentro!" é uma frase típica de pessoas impulsivas. Mas tomar decisões precipitadas, com base na emoção, impede você de realizar projetos a longo prazo. Evite isso criando cronogramas com objetivos e datas para cumpri-los. Pregue essa folha na geladeira para inspirá-la a seguir em frente. "Para concretizar planos futuros, reflita antes de agir", ensina a especialista.


Explode no trabalho


Se você estoura ao levar bronca do chefe, fica impaciente ao fazer horas extras e apela com os colegas que têm opinião diferente da sua, a dica da especialista é apostar em atitudes que acalmam: ouça música, faça pequenos intervalos e saia pra jogar água no rosto se perceber que vai explodir. A dica vale até para quando for responder um e-mail mal-educado. "Lembre-se de que tudo o que escrever ficará documentado", diz Josiane.


Briga ao ser contrariada


Ninguém gosta de ser contrariada. Mas ter acessos de ódio e maltratar quem discordou de você prejudica (e muito) suas relações. "Os impulsivos têm de medir sempre se as reações estão condizentes com os fatos, pois viram uma bomba atômica para matar uma formiguinha", diz Josiane. Para evitar estouros assim, conte até dez, 20 ou 100 antes de agir. "Isso funciona mesmo, pois ativa a parte do cérebro responsável pelo racional", conclui.

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Os 5 passos do bem-estar

 


Sabe que atitudes podem deixar seu dia a dia muito mais prazeroso? São estas: dar utilidade ao que você tem, organizar objetos, criar um ambiente gostoso ao redor, cuidar da saúde e manter esses hábitos. É mais fácil do que parece, basta seguir a técnica oriental dos cinco esses - referência às palavras japonesas seiri, seiton, seisou, seiketsu e shitsuke. O especialista em crescimento pessoal Tom Coelho ensina como aplicá-la.


1. Senso de utilização (Seiri)


Para usufruir o poder do primeiro esse, livre-se dos objetos que não usa. "Pode ser aquela saia que ganhou ou comprou por impulso, um alimento vencido na geladeira...", diz. Isso traz uma sensação de renovação!


2. Senso de organização (Seiton)


Acomode as coisas de um jeito que faça sentido para você, facilitando a sua vida. Que tal agrupar por gênero os livros na estante e distribuir as fotos em caixas por temas (família, viagens...)? Cá entre nós, seria mesmo ótimo abrir o armário e encontrar as roupas separadas por cor.


3. Senso de zelo (Seisou)


Significa promover a harmonia em seu ambiente. Vale melhorar a iluminação, investir em objetos de decoração, colocar plantas nas janelas. Já pensou que delícia se esparramar no sofá com almofadas coloridas e sentir o perfume de flores na sala?


4. Senso de higiene (Seiketsu)


"Trate da saúde de forma preventiva", orienta Tom. Não deixe o stress acumular nem espere que uma gripe a derrube para começar a se cuidar. Assim, estará sempre bem.


5. Senso de disciplina (Shitsuke)


"Incorpore essas atitudes à sua rotina", finaliza. Começar e parar não funciona.

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Exposição retrata personagens indianos

 


Começa hoje no Shopping Cidade Jardim a exposição ?Retrato Social?, as fotos são de Regina Moraes, fundadora e presidente do Projeto Velho Amigo, e com direção artística  de Fabio Assunção

Foram 16 dias no norte da India visitando cidades como Delhi, Agra, Jaipur e Udaipur e o resultado foram 26 fotos de personagens indianos com um olhar sensível e diferente.Regina diz que as fotos foram feitas sem pretensão alguma, era apenas um hobby para ela. O grande objetivo da exposição é promover a venda das imagens e arrecadar dinheiro para o projeto social ?Retrato Social? Para quem não tiver a oportunidade de ir a exposição, as obras continuarão a venda, basta entrar em contato pelo telefone 11 3071-4040Horário: 10h às 22h (segunda a sábado) e 14h às 20h (domingo)Local: Cobertura do shopping ? 4º andar (ao lado da Reebok Sports Club)Endereço: Av. Magalhães de Castro, 12.000 ? Morumbi ? São Paulo/SPOs comentários são pessoais e não refletem a opinião do MdeMulher.

Bete Ortiz - A renda revertida com a venda das fotografias será revertida para o Projeto Retrato Social, que surge como um elo entre doadores e entidades idôneas do terceiro setor. - 19/03/2013 13:47:30


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Não deixe que a timidez atrapalhe sua vida

 


A mão começa a suar, as pernas tremem, o coração dispara, o rosto fica vermelho e a fala trava. Esses sintomas parecem familiar e costumam atrapalhar sua vida? "A pessoa tímida tem a atenção voltada para o próprio desempenho e se sente avaliada o tempo todo", fala a psicóloga Maria Aparecida Barbosa, especialista em timidez. Quem sofre com o excesso de vergonha costuma ser muito crítica consigo mesma e, perfeccionista, sempre acha que fez besteiras. Embora cause problemas físicos, a timidez não é doença! Até as mais extrovertidas podem ter momentos de insegurança. Saiba como driblar o problema.


As pessoas tendem a valorizar muito mais quem fala e aparece, mas você pode tirar proveito do seu jeito inibido de ser. "As pessoas tímidas são muito observadoras. Falam pouco, só que têm mais argumentos", explica a psicóloga Maria Aparecida. No best-seller O Poder dos Quietos (Ed. Agir, R$ 29,90), a autora Susan Cain afirma que os introvertidos também são mais criativos e inovadores. Barack Obama, presidente dos EUA, por exemplo, é um tímido de carteirinha, sabia?
Encare seus medos


Não é fácil mas, aos poucos, tente se colocar em situações que acha desconfortáveis. Seu pesadelo é falar em público, por exemplo? Tente expor mais a sua opinião nas conversas em grupo. Quanto maior a exposição, mais a timidez enfraquece e você ganha forças para tentar outras vezes", explica a psicóloga.


Controle a ansiedade


Essa vilã causa problemas físicos que só atrapalham a vida, como taquicardia e dor de barriga. Por isso, procure relaxar. Aulas de meditação e exercícios respiratórios ajudam nessa tarefa.


Tire o foco de você


Preste mais atenção no outro. Escute e pergunte em vez de só ficar preocupada com suas reações. Essa é uma maneira de você perceber que todas as pessoas cometem falhas e aprendem a superar as situações.


Aceite os elogios


Sabemos que você não gosta de ser o centro das atenções, mas merece ser reconhecida por suas qualidades. Troque o "são seus olhos" por um "obrigada!".


Seja otimista


Pare de pensar o pior e concentre-se no que está acontecendo agora. O futuro, na maioria das vezes, não é tão catastrófico quanto você geralmente imagina.


Aprenda a ouvir "não"


É difícil lidar com a rejeição e, da mesma forma que você pode não gostar de alguém, existe a chance de a recíproca ser verdadeira. Quando se tem autoconfiança e acredita nas próprias capacidades, a aprovação dos outros não tem tanto peso", ressalta a expert.


Procure um especialista


Se a timidez estiver realmente atrapalhando sua vida, convém pedir ajuda a um psicólogo.


Ninguém é rei


Sabe o seu chefe poderoso ou aquela amiga superpopular? Lembre-se que eles também são humanos e, assim como você, têm defeitos e qualidades. Os tímidos tendem a se colocar em um patamar inferior ao das outras pessoas", esclarece a especialista. Não idealize ninguém!


Errar é humano


Ninguém é perfeito, nem você! Portanto, se falhar, não será o fim do mundo. Não olhe para o erro com uma lupa", lembra Maria Aparecida.

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